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Os arquétipos da Umbanda

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  Por: Hellen Reis Mourão A Umbanda é uma religião tipicamente brasileira, que sintetiza outras religiões bastante conhecidas do brasileiro como: o catolicismo, o espiritismo e o candomblé. O termo "Umbanda" ou "embanda" é oriundo da língua quimbunda de Angola , significando "magia" ou "arte de curar". Após o Congresso de 1941, foi estabelecido que "umbanda" vinha das palavras do sânscrito aum e bhanda , termos que foram traduzidos como "o limite no ilimitado", "Princípio divino, luz radiante, a fonte da vida eterna, evolução constante". Os adeptos costumam celebrar o surgimento da Umbanda em 15 de novembro, quando o médium chamado Zélio Fernandino de Morais Zélio foi convidado a se sentar à mesa da sessão na Federação Espírita de Niterói, quando incorporou um espírito que se levantou durante a sessão e foi até o jardim para buscar uma flor e colocá-la no centro da mesa, contrariando a regra de...

Reinações de Narizinho

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Por: Hellen Reis Mourão  Reinações de Narizinho é uma obra do grande escritor brasileiro Monteiro Lobato, escrita em 1931. O livro deu o impulso para a série Sitio do Pica Pau Amarelo. Apesar de a obra conter algumas passagens inadequadas com o tom preconceituoso em relação à negra Tia Anastácia (aceito na época do lançamento), a obra é uma das mais importantes da literatura infantil. Composta de capítulos onde mesclam os personagens do sitio com personagens famosos do imaginário infantil, a obra é um conto de fadas brasileiro. Reinações de Narizinho faz parte da cultura brasileira e ainda se mantém como adaptação para a televisão até os dias atuais. Por essa razão, mesmo tendo alguns conteúdos preconceituosos, seu conteúdo permanece por ser universal. A heroína da obra, Narizinho é uma menina chamada Lucia. Neta de Dona Benta e mora no sítio com sua avó e com Tia Nastácia. Tem sete anos possui pele morena jambo. É uma curiosa, sonhadora e sapeca. Seu apelido...

Congresso Online

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Venha participar do Primeiro Congresso Online! Abaixo o link para inscrição: http://hotmart.net.br/show.html?a=A2781846H&ap=a5ec

A busca da sentido

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Por: Hellen Reis Mourão Joseph Campbell em sua obra O Poder do Mito, afirma que a experiência que o ser humano mais procura é a de se sentir vivo. Essa seria a base do sentido da vida. Infelizmente hoje uma profusão de doenças psíquicas como a depressão - que vem se tornando o mal do século - ocorre devido a um embotamento do homem em relação a si próprio e a vida. A maioria de nós não sabe qual o sentido de estarmos nessa vida e apenas sobrevive. Trabalha, come, dorme, passeia, mas por dentro não se sente vivo. O avanço tecnológico e intelectual nos trouxe muitos benefícios em termos intelectuais, de saúde e culturais, entretanto com ele tivemos uma perda substancial de contato com o inconsciente. Nossa cultura ocidental voltada para ”o fazer”, “o acontecer” e para a atitude extrovertida nos anestesiou e denegriu tudo o que é voltado para o subjetivo, para o interior. Perdemos a paciência em esperar que as coisas aconteçam no tempo certo. Observamos essa atitude ocide...

O rei nos contos de fadas e a imagem do Self

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Por:Hellen Reis Mourão Os contos de fadas são recheados de figuras da realeza como reis, rainhas, princesas e príncipes. Os reis nos contos são geralmente anônimos mostrando que se trata de um material da psique suprapessoal. Como se trata de uma figura de grande destaque na sociedade, sua figura pode ser associada à manifestação de Deus na Terra, ou seja, eles representam a imagem do Self , aquele centro regulador da psique que se torna uma representação da atitude coletiva nos contos de fadas. Von Franz (2005) diz que o rei incorpora um princípio divino, do qual depende o bem-estar físico e psíquico de toda a nação. É o princípio divino na sua forma mais visível, é sua encarnação e sua moradia. Dessa forma observando a figura do rei podemos tirar alguns aprendizados sobre o Self e como a consciência coletiva (e individual) funciona mediante esse centro regulador. Associar o rei ao Self faz sentido, pois no nível individual é desse centro regulador que depende todo ...

Sincronicidade - Um novo sentido a vida

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Por: Hellen Reis Mourão A sincronicidade é um dos termos mais controversos e menos compreendido da Psicologia Analítica de Carl Jung. Jung criou o termo empírico sincronicidade para poder explicar acontecimentos que fogem da causalidade e das leis do tempo e espaço. A causalidade é bem conhecida do pensamento cartesiano de causa e efeito. Entretanto alguns acontecimentos em nossas vidas escapam dessa lei, onde um acontecimento tem uma causa conhecida e que pode se encaixar em um postulado ou lei. São aqueles fenômenos que por vezes tomamos por simples coincidência, mas que escapam de qualquer explicação lógica, e a lei de causa e efeito não da conta desses fenômenos raros e aleatórios. Jung (2000) diz: “Como nos mostra sua etimologia, esse termo tem alguma coisa a ver com o tempo ou, para sermos mais exatos, com uma espécie de simultaneidade. Em vez de simultaneidade, poderíamos usar também o conceito de coincidência significativa de dois ou mais acontecimentos, em q...