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Qual o seu conto de fadas preferido na infância?

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Por: Hellen Reis Mourão Todos nós temos um conto (ou uma história) que na infância adorávamos ler e reler. Nosso conto favorito, ou aquele que nos dava muito medo. No processo analítico, por vezes gosto de perguntar qual foi o conto que marcou a infância do analisando. Esse conto pode auxiliar no processo de cura e na individuação. O conto de fadas favorito tem um papel relevante na infância, pois é nessa época que a estrutura psíquica está se formando e aponta de forma teleológica para possíveis problemáticas na vida adulta. Durante a infância mudamos de contos favoritos, no entanto, a problemática fundamental permanece a mesma, e assim a escolha se dá em um conto semelhante. Com a psicanálise vemos que as formações primitivas infantis são de grande importância, pois formam uma realidade psíquica – a despeito da realidade exterior – nos quais as raízes das neuroses se formam. Sua importância vital na análise é a de que ele abrange o fundo mágico – mitológico que fo...

Nix - A Noite

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Por; Hellen Reis Mourão Nix é a deusa da noite. Filha do Caos e irmã de Érebo, a escuridão, ela representa o feminino primordial. Essa deusa representa a noite com seus mistérios e segredos. Patrona das bruxas e feiticeiras, que a cultuavam por acreditarem que ela proporciona fertilidade à terra fazendo brotar ervas encantadas. Homero se refere a Nix com o epíteto " A domadora dos Homens e dos Deuses ", demonstrando como os outros Deuses respeitavam-na e a temiam, pois ela tem total controle sobre vida e morte, tanto dos homens como dos Deuses. Em uma variante da cosmogonia órfica, Nix põe um ovo, do qual nasce Eros, enquanto Urano e Géia se formam das duas metades da casca partida. Ou seja, da noite e da escuridão, nasce o desejo de união (Eros), o amor. Da união de Nix com seu irmão Érebo, também nasce: Éter (luz celestial) e Hemera (Dia). Da escuridão é que nasce a luz. Dois opostos Nix e Érebo (trevas e inconsciente) e Éter e Hemera (luz e consciência). ...

Branca de Neve e Rosa Vermelha

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Por: Hellen Reis Mourão Uma pobre viúva vivia isolada numa pequena cabana. Em seu jardim havia duas roseiras: em uma florescia rosas brancas, e, na outra, rosas vermelhas. A mulher tinha duas filhas que se pareciam com as roseiras: uma chamava-se Branca de Neve; a outra Rosa Vermelha. As crianças eram obedientes e trabalhadeiras. Branca de Neve era mais séria e mais meiga que a irmã. Rosa Vermelha gostava de correr pelos campos; Branca de Neve preferia ficar em casa ajudando a mãe. As duas crianças amavam-se muito e quando saíam juntas, andavam de mãos dadas... Elas passeavam sozinhas na floresta, colhendo amoras. Os animais não lhes faziam mal nenhum e se aproximavam delas sem temor. Nunca lhes acontecia mal algum. Se a noite as surpreendia na floresta elas se deitavam na relva e dormiam. Uma vez, passaram a noite na floresta e, quando a aurora as despertou, viram uma linda criança, toda vestida de branco sentada ao seu lado. A criança levantou-se, olhou com carinho para el...

Robin Hood mythical hero

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By: Hellen Reis Mourão Robin Hood is a mythical English hero. In short, he was an outlaw, who robbed from the rich and gave to the poor .            According to the legend, he would have lived in the 13th century, in the Crusades period, along with King Richard, the Lionheart, being his loyal supporter. It’s commonly said that Robin truly existed, but the fact is, if he did, it doesn’t matter, because his legend has been still alive and delight the whole world for centuries and it has been portrayed several times on films, comic books and on television.           In Nottingham, a city in the centre of England, where Robin’s Hood adventures take place, besides monuments, there are streets with his name and an annual festival entirely dedicated to him. There is also what was left of Sherwood forest , where it is possible to find the three in which Robin and his band gather...