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Curso Online: Princípios Básicos da Astrologia 🌟 Com abordagem junguiana.

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  Curso Online: Princípios Básicos da Astrologia   Com abordagem junguiana. ​ ​Este curso é ideal para quem deseja dar os primeiros passos no estudo da Astrologia, compreendendo os pilares essenciais para começar a decifrar um Mapa Natal. ​  Estrutura do Curso ​O curso será dividido em 4 Módulos, totalizando 8 horas/aula: 4 encontros de 2 horas, com conteúdo teórico e prático. ​Módulo 1: Introdução e Fundamentos (A Base do Mapa) Aula 1 - O que é Astrologia? História, vertentes (Cármica, Psicológica, Clássica), A Roda do Zodíaco e o Conceito do Mapa Natal. Aula 2 - Os 4 Elementos e as 3 Modalidades (Qualidades) Fogo, Terra, Ar e Água. Cardeal, Fixo e Mutável. Como essas energias se manifestam na personalidade. Módulo 2: Os Atores Principais (Quem é Você?) Aula 3 - Os 12 Signos do Zodíaco O arquétipo de cada signo, suas características-chave e seus regentes tradicionais.  Aula 4 - Os Planetas pessoais (As Energias) A função psicológica de cada planeta: Sol (Essênc...

A Donzela sem mãos e o Complexo Paterno

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   Por: Hellen Reis Mourão No conto "A Donzela sem Mãos", coletado pelos irmãos Grimm, o complexo paterno surge como tema central e simbólico. A história trata de uma jovem que, por ganância e inocência do pai, acaba sofrendo inúmeras privações e sofrimentos. A trama começa com o pai, um humilde moleiro, que faz um pacto com o diabo sem perceber as consequências. Ele é levado a prometer a sua filha ao diabo em troca de riqueza. Quando descobre o que fez, ao invés de proteger a filha, ele se submete e até contribui com o mal, cortando as mãos dela para cumprir o acordo. Esse ato simboliza a falha do pai em assumir seu papel protetor e cuidadoso, abrindo espaço para um "complexo paterno" em que ele é tanto figura de provedor quanto de opressor. A donzela, por sua vez, inicia um caminho de autorreconhecimento de sua força própria, superando a falta de proteção paternal e desenvolvendo sua autonomia. Ela se casa, encontra apoio em outras pessoas. Mas ao casar o diabo ...

Jung e a Astrologia

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Por Hellen Reis Mourão Muitos se perguntam qual seria a ligação de Jung com a astrologia. A verdade é que existe uma intensa ligação. Para desenvolver o conceito de sincronicidade, Jung se debruçou no estudo do I Ching, mas conforme relata precisou da astrologia, pois esta oferecia uma forma de avaliação mais exata (Jung, 2012). Seu interesse era tão intenso, a ponto de sua segunda filha, Gret Baumann-Jung, tornar-se a mais famosa astróloga de Zurique e professora de astrologia. No artigo escrito por ela, intitulado O Horóscopo de Jung, publicado pela revista Planeta número 35-A (dedicada ao Centenário do Nascimento de Jung) – Editora Três, São Paulo, 1975: “Novamente vemos como ele foi fiel ao seu horóscopo. Pouco antes de sua morte, falávamos sobre horóscopos e meu pai notou: O engraçado é que essa coisa danada funciona até mesmo depois da morte. E de fato, logo após sua morte o MC em progressão fez um trígono exato com Júpiter nativo. Num momento como esse pode-se ficar famoso. Seu ...

O Animus e o pai

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  Por: Hellen Reis Mourão Um dos aspectos do Animus está associado a figura paterna. A experiência que a mulher tem com o pai pessoal, e mais ainda, com o pai arquetípico, são de extrema importância para a compreensão de um dos diversos aspectos do masculino interior dela. O pai pessoal é o primeiro homem a receber a projeção desse masculino interior, e é um pouco sobre esse aspecto que quero falar, mediante a percepção que venho tendo ao longo do tempo. Simbolicamente o pai representa a lei, a ponte para o mundo, o objeto, o trabalho, a ordem. No caso da mulher, uma relação com o pai positiva, pode lhe proporcionar autoconfiança feminina. Como diz Von Franz em O Caminho dos sonhos:” A menina percebe que seu pai chega em casa cansado e ela lhe dá um sorriso charmoso; ele a deixa fazer tudo o que a mãe proibiu durante o dia. E assim ela logo descobre seu poder enquanto mulher. Ora, um pouquinho disso é muito bom, porque lhe proporciona autoconfiança feminina. Ela descobre que, enq...

O aspecto espiritual do Animus

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Por: Hellen Reis Mourão      Emma Jung compara esse estágio do Animus ao Deus Odin, senhor dos exércitos de espíritos, descobridor das runas, é um espírito deus-céu. Ele é o senhor do desejo, ele provoca e cria através do desejo.  Essa imagem mitológica, de deus do vento e do espírito, é o aspecto espiritual e divino do Animus. E ele se manifesta na mulher em sonhos e fantasias.       O poder da fantasia não pode ser negado, ele movimenta o desejo, que pode levar a materialização. O perigo é estar presa na imaginação e na ideia de que seu desejo pode mudar a realidade. Por exemplo: quando se quer mudar alguém, através do desejo, ou como fulano ou beltrano deve se comportar, sem o confronto com a realidade.      O perigo está em aceitar a pura imaginação como verdadeira e adotar a realidade correspondente.  Como diz Emma Jung: O animus sabe muito bem como desenvolver uma imagem e torná-Ia crível, de forma que se mostra aquilo qu...

Robin Hood e o mito do anti-herói

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  Por: Hellen Reis Mourão Robin Hood é um mítico herói inglês. Resumidamente ele era um ladrão que roubava dos ricos para entregar aos pobres. Segundo sua lenda ele teria vivido no século XIII, na época das Cruzadas, juntamente com o Rei Ricardo Coração de Leão, sendo a ele leal. É comumente dito que Robin existiu de verdade, mas o fato é que se realmente existiu, isso não importa, pois a sua lenda permanece viva e encanta o mundo a séculos, sendo retratada diversas vezes ao cinema, quadrinhos, e televisão. Em Nottingham, cidade no centro de Inglaterra onde se passam as aventuras de Robin, além das estátuas, há as ruas batizadas com o seu nome e um festival anual que lhe é dedicado. E há também o que resta da Floresta de Sherwood, onde é possível encontrar a árvore em redor da qual o bando de Robin se reunia em conselho. Robin Hood ficou retratado no imaginário coletivo como alguém exímio no arco e flecha. Ele vivia na Floresta de Sherwood e tinha como grandes amigos e auxiliares J...

Pinocchio e o processo de individuação

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  Por: Hellen Reis Mourão      Com mais uma adaptação para o cinema do conto Pinocchio, gostaria de trazer alguns elementos do conto para vocês. Pinocchio é um conto de fadas italiano, escrito por Carlo Collodi. A história conta que Gepeto, um carpinteiro queria ser pai, e constrói um menino de madeira. Podemos observar nesse início, a criação vinda através da mente. Existe apenas o pai, que cria, a partir de uma ideia. Mas o menino ainda não tem alma, é de madeira. A alma é aquilo que nos torna humanos de fato, e é essa a busca e o anseio do menino. O pai cria sem a figura feminina aqui, que para a psicologia analítica representa a alma. Muitos de nós somos criados sem o contato com nossos instintos, apenas para darmos valor ao mental e racional. Nossas emoções, nosso corpo, e nossa alma, são soterrados, nos deixando igual Pinocchio, um ser de madeira, sem alma. Movidos apenas por ideais e crenças coletivas, que nos amarram, sem questionamentos. Sem alma, sem contat...